terça-feira, 15 de março de 2016

Soneto da Saudade

Quem me dera fostes tu, ó saudade
Passageira tal como uma avenida
Efêmera como é a nossa vida
Onde só queremos felicidade

Mas tu insistes com tua grande maldade
Mas tu insistes em ser uma atrevida
Apenas por não seres resolvida
Tu insistes em dares continuidade

Apesar que o povo muito se esquece
A saudade além de tudo nos aquece
Assim como faz a mais bela chama

Também a saudade afasta e acolhe
Mas sendo uma pena que não se escolhe
Sentir tanta saudade de quem se ama

Doug Álisson

2 comentários :

  1. Ah, amigo poeta Douglas, têm poetas que dizem que a saudade "é matadeira", pois dói mesmo e muitas vezes é pra valer!
    Amei ler seu belo soneto, saudade é tema inspirador, quem nunca sentiu ou sente!
    Abraços apertados!

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    1. Isso mesmo, Ivone!
      Que bom que gostou :D
      Abraços.

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